quinta-feira, 8 de março de 2012

Feliz dia internacional das mulheres

Mulheres fracas, fortes.
Não importa.
Mulheres mostram que mesmo através da fragilidade.
São fortes o bastante para erguerem sempre cabeça
Sem desistir, pois sabemos que somos capazes de vencer.
Temos a delicadeza das flores
A força de ser mãe,
O carinho de ser esposa,
Reciprocidade de ser amiga,
A paixão de ser amante,
E o amor por ser mulher!
Somos mulheres guerreiras, vencedoras,
Somos sempre o tema de um poema
Distribuímos paixão, meiguice, força, carinho, amor.
Somos um pouco de tudo
Calmas, agitadas, lentas!
Vaidosas, charmosas, turbulentas.
Mulheres fortes e lutadoras.
Mulheres conquistadoras
Que amam e querem ser amadas
Elegantes e repletas de inteligência
Com paciência
O mundo soube conquistar.
Mulheres duras, fracas.
Mulheres de todas raças
Mulheres guerreiras
Mulheres sem fronteiras
Mulheres... Mulheres...

(Rozilene P. de Souza)










quarta-feira, 7 de março de 2012

terça-feira, 6 de março de 2012

Informenvic

Matar um bebê é o mesmo que fazer um aborto, dizem estudiosos


Um estudo acadêmico que compara matar recém nascidos com o aborto, escrito por um grupo de cientistas em ética médica da Universidade de Oxford, na Inglaterra, tem causado intensa reação na Europa e na Austrália.
O estudo diz que o estatuto moral de um bebe recém nascido é equivalente ao de um feto, ou seja, nenhum dos dois tem as propriedades que justificam a atribuição do direito a vida a um indivíduo.
Para os autores, a definição de pessoa, significa um indivíduo que é capaz de valorizar a própria existência. “Tanto o feto como o recém nascido, ambos ainda são pessoas em potenciais apesar de já serem seres humanos. Nenhum é realmente uma pessoa no sentido a um direito moral a vida”, diz o artigo.
A partir desta ideia, os estudiosos consideram que aquilo a que chamam de “aborto pós-parto” (a morte de um recém-nascido) deveria ser permitido em todos os casos em que o aborto também o é, incluindo os casos em que os recém-nascidos apresentam deficiências.
Assim, defendem que os pais deveriam ser autorizados a matar os seus filhos recém-nascidos caso nascessem com deficiências que não pudessem ter sido detectadas antes do nascimento.
A doutora Francesca Minerva, um dos coautores do artigo, tem recebido ameaças de morte desde a publicação do estudo. “Gostaria de explicar que eu não estou aqui tentando criar uma nova lei ou sugerindo que os pais matem seus bebes. Isso é apenas uma discussão acadêmica”, disse a doutora a imprensa australiana.
Entretanto para algumas organizações anti-aborto, essa publicação traz a luz ao que o aborto realmente é. Para Anthony Ozimic, da Sociedade para a Proteção da Criança que Ainda Não Nasceu – Protection of Unborn Chidren (SPUC), em Dublin, Irlanda, o que o artigo descreve como infanticídio, mostra realmente como o aborto foi criado como uma “cultura de morte”.
Anthony se diz horrorizado com a sugestão de que deveria ser permitido aos pais matarem os recém nascidos para sua própria conveniência. Mas esse estudo mostra a lógica atrás do infanticídio e do aborto como sendo a mesma. “Não há nenhuma diferença no status moral entre uma criança de um dia e uma criança um dia antes do nascimento,” acrescentou ele.


Fonte: The Christian Post

segunda-feira, 5 de março de 2012

Informenvic

Bíblia de 1500 anos descoberta na Turquia preocupa Vaticano


Uma bíblia de 1500 anos foi descoberta na Turquia, após a prisão de uma quadrilha que comercializava antiguidades de forma ilegal. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo.
Segundo informações do site Notícias Cristãs, peritos avaliaram o livro e garantiram que o artefato é original. A descoberta aconteceu em 2000, e desde então, vinha sendo mantido em segredo, guardado em um cofre-forte na cidade de Ancara.
Estima-se que o valor do livro chegue a 20 milhões de euros, dada sua importância histórica. Após a divulgação da descoberta, o livro foi considerado patrimônio cultural e após a restauração que será feita, será exposto no Museu Etnográfico de Ancara.
Há informações de que o Vaticano demonstrou preocupação com a descoberta e pediu às autoridades turcas que permitissem que especialistas da Igreja Católica pudessem avaliar o livro e seu conteúdo, que se suspeita, contenha o “Evangelho de Barnabé”, escrito no século XIV e considerado controverso, por descrever Jesus de maneira semelhante à pregada pela religião islâmica.

Fonte: Gospelmais

Informenvic

Brasil é a segunda maior “força missionária” do mundoEstados Unidos mantém sua marca histórica e permanece o número 1

Na década de 1980, o Brasil passou a ser chamado de “celeiro de missões” por estudiosos que percebiam o potencial do país. Juntamente com outras nações emergentes, foi chamado de NPE (Novo País Enviador) juntamente com países como Coréia do Sul, Cingapura e Filipinas.
De acordo com Todd Johnson, diretor do Centro para o Estudo do Cristianismo Global do Seminário Teológico Gordon-Conwell , que estuda o avanço do cristianismo, o Brasil já se tornou o segundo país que mais envia missionários para o exterior.
Dos 400.000 missionários globais enviados para países estrangeiros em 2010, o Brasil enviou 34.000. Ficou apenas atrás dos Estados Unidos, que enviou 127.000.
As estatísticas foram apresentadas por Todd Johnson este mês. Curiosamente, apesar de os Estados Unidos serem o país que mais envia missionários ao exterior, também é o país que mais recebe missionários estrangeiros. Cerca de 32.400 obreiros cristãos foram enviados para lá e a maioria veio justamente do Brasil.
O crescimento no envolvimento missionário do Brasil está relacionado com a “explosão” dos evangélicos nos últimos 30 anos. O país tem a segunda maior população protestante do mundo. Também abriga um grande número de organizações missionárias. A maior atualmente é a JOCUM (Jovens Com Uma Missão) que tem 16.000 missionários trabalhando em cerca de 150 países.
A história missionária moderna começou na Inglaterra, em 1972, quando William Carrey foi para a Índia. Duas décadas depois, Adoniram Judson e sua esposa Ann Hasseltine Judson chegaram a Mianmar (antiga Birmânia). No Brasil, os primeiros missionários enviados para o exterior foram para Portugal, cerca de 1o0 anos atrás.
De acordo com Dana Robert, autor do livro “Missão cristã: Como o cristianismo se tornou uma religião mundial”, até o ano 2000 cerca de dois terços dos cristãos eram originários de países onde os missionários ocidentais trabalharam um século antes.
Robert acrescentou que nas últimas décadas houve uma explosão de interesse no trabalho missionário entre os cristãos da Ásia, África e América Latina.
O autor acredita que o trabalho voluntário missionário aumentou devido à globalização das comunicações e transportes, e através do que agora pode ser feito pela Internet. “Hoje, alguém sentado em casa com um computador e conexão à Internet pode praticamente se definir como missionário”, disse Robert.

Com informações Christian Post